terça-feira, 25 de abril de 2017

Colares, pregadores....para a feira dos sabores

detalhes de mim




Um pião por um ossito

pião de papel para ajudar a laaps... 


dar forma ao papel

Colares e pregadores feitos de papel.



segunda-feira, 24 de abril de 2017

DETALHES FOI AO MUSEU

voltei

 
 Flores que anunciam a primavera.


sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Detalhes de uma ponte

O negro ao fundo da ponte...
 

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Pintura a acrílico

O meu 1º trabalho de pintura, 
 Detalhes de mim


quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Detalhes do meu presépio

É lindo o meu presépio...



momentos da minha vida... Detalhes de mim

Detalhes dos meus pregadores


Detalhes de mais uma das minhas manualidades




Pérolas com cortiça....pareceu-me bem










Detalhes de mim



Mais um momento de prazer ... Reciclar é comigo...



quinta-feira, 1 de setembro de 2011

detalhes de mim

O saco de ráfia
Foi com muito gosto que fiz este saco.............
.Detalhes das minhas manualidades... gostei


detalhes - nativos das Festas do Povo...

Que linda e tão simpatica esta senhora...

Esta confessou que os animais foi ideia da sobrinha....

Um olhar atento e descontraído

A menina que vendia flores..

O senhor mostrou a rua ao seu cão... ou vice-verso...

O pregão do Marco...na rua da Mouraria...onde fomos recebidos excelentemente.
Comi sardinha no pão, acompanhado com vinho tinto,  queijo, cericá e café... " melhor era impossivel,
 AH! tudo isto  acompanhdo com as cantigas de Campo Maior "as saias",,, belo momento.



quarta-feira, 31 de agosto de 2011

As "panderetas" nas festas...



As festas do Povo











Detalhes da minha infância... O Azeite

Instrumentos da apanha do bago milagroso..

Os sapatoss... conheço tão bem...


A saia como era apanhada....como me lembro...

chapéu de cerimónia ...

A trouxa de cerapilheira do conduto...

O Bolso lindissimo...
Hino ao Azeite



        Fio de vida, sou!
Nas escarpas ou nas planícies, nas terras chãs, ou nas encostas íngremes, vive, generosa e sem idade, a árvore que me dá origem.

Ela, a árvore, às entranhas da terra vai buscar as seivas que, subindo, lhe correm por veias e veios, matéria-prima à procura de elaboração e de acabamento final.

É o sol, são as brisas e as brumas, as gotas de cintilantes orvalhos, o calor e o frio, a mão do Homem e o Dom de Deus, que me encarceram em redondos e negros frutos, que amadurecem quando os Invernos caem.

Então, alegres ranchos os colhem, homens os transportam aos tormentos das mós e à tortura das prensas.

Das massas se soltam, agora, as lágrimas de ouro, libertadas, enfim, das águas biológicas que as originaram e que, juntando-se em incontáveis rosários, formam espessos e amarelos mantos.

Nasci!

Sagrado, me encontro nos templos, alumiando os espaços, saúdo em cada ano a vinda do redentor menino.

Sou bálsamo para as chagas dos corpos e para os males das almas. Votivas promessas me elevam aos altares dos deuses.

Profano, alegro paladares, sou alimento e condimento, frescura e odor.

Fonte de saúde, fio de vida, sou!